O goleiro Bruno (foto) teve um desmaio e uma suspeita de convulsão dentro da sala de audiência no fórum em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O advogado dele, Ércio Quaresma, tentou ajudar o goleiro e, às 10:55, cerca de 5 minutos depois do desmaio, chegou uma ambulância do Corpo de Bombeiros. Ele saiu de maca do fórum.
De acordo com a Prefeitura de Ribeirão das Neves, o goleiro foi levado para a Policlínica Central de Neves. No local, ele foi atendido por um medido que teria dito que Bruno estava com a pressão arterial e o estado emocional alterados. Na policlínica, ele não teve convulsão, e o médico, segundo a prefeitura, não pode determinar se ele chegou a ter uma crise convulsiva na audiência.
Bruno passou mal, ontem, na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), ele sentiu dores de cabeça e enjoo. De acordo com a Seds, Bruno foi atendido na enfermaria da Nelson Hungria. Depois, ele foi encaminhado para a Policlínica de Nova Contagem. Lá, o goleiro teve a pressão aferida, tomou soro e, de acordo com a Seds, retornou à penitenciária passando bem.
De acordo com o advogado de Bruno, Ércio Quaresma, o goleiro não será ouvido hoje. Ele deve falar ao juiz no dia 14 de outubro. O advogado disse que acha importante que os acusados acompanhem essas audiências mas, segundo ele, a própria testemunha pode pedir que os réus sejam retirados da sala. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, somente as testemunhas de acusação podem pedir, diretamente ao juiz, que os réus sejam retirados da sala, e o magistrado autoriza ou não o pedido.

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