A única realização concreta do Brasil para receber a Copa do Mundo daqui a quatro anos foi a escolha das 10 cidades-sede. A FIFA já avisou que tem um plano B, que será a mudança para a Inglaterra.
As obras de infraestrutura e de construção e reformas dos estádios deveriam ter começado em janeiro. Diante do fato de que nenhuma parede foi erguida, prorrogou-se o prazo para março de 2012. Outra vez a letargia predominou.
O recado direto da FIFA chegou ao Ministério do Esporte por parlamentares e pessoas ligadas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que está envolta em corrupção. O governo decidiu agir a pedido da presidenta Dilma Rousseff, o ministro Orlando Silva está centralizando as ações da Copa, e ele, por sua vez, está cobrando das cidades-sede o cumprimento do cornograma. “Nosso plano é eliminar quem não cumprir a data”.
Outro detalhe é que a Copa das Confederações de 2013, não acontecerá nas cidades de São Paulo e Natal, que ainda nem iniciaram a contrução de seu estádio. Outras cidades que desejam a realização da competição estão tentando dar continuidade aos seus trabalhos, longe de estarem perto de terminá-los.

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