Assim que terminar o desfile das escolas de samba campeãs do grupo Especial do Rio, no sábado (08), o Sambódromo entrará em obras de modernização para ser o palco da chegada da maratona e das disputas de tiro com arco nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. A reforma, anunciada em dezembro, acabará com todo o setor dois e precisa estar finalizada até o Carnaval do próximo ano.
– Acredito que não teremos problemas. Inclusive, me parece que a construtora para a realização da obra já foi contratada – disse o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, durante o primeiro dia de desfiles na Sapucaí.
O projeto de modernização foi orçado em R$ 30 milhões e será custeado pela iniciativa privada.
A Ambev, maior cervejaria do país, custeará as obras e cederá parte do terreno de sua antiga fábrica, ao lado do Sambódromo, para a instalação ser ampliada.
No lado par do Sambódromo, serão construídos oito blocos de arquibancadas (com quatro módulos grandes de arquibancadas e camarotes e outros quatro pequenos para camarotes) frisas, incluindo áreas para a instalação de banheiros públicos, acessos para portadores de deficiências, postos médicos, sala de segurança, áreas de serviço e um espaço destinado para os jurados.
Em compensação pelo investimento realizado, a multinacional receberá por privilégio o poder de erguer três torres de até 11 andares, além de uma edificação com no máximo 80 metros de altura, com estacionamento para dois mil veículos. E somente a chaminé da antiga fábrica, desativada desde 1998, permanecerá de pé, como um símbolo.
Ao término da reforma, o Sambódromo ficará com a configuração original projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e sua capacidade será ampliada de 60 mil para 77.800 pessoas.
– Os Jogos permitem que sonhos antigos do Rio sejam realizados. E o Sambódromo ficar com sua configuração original será mais um – destacou o prefeito.
– Acredito que não teremos problemas. Inclusive, me parece que a construtora para a realização da obra já foi contratada – disse o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, durante o primeiro dia de desfiles na Sapucaí.
O projeto de modernização foi orçado em R$ 30 milhões e será custeado pela iniciativa privada.
A Ambev, maior cervejaria do país, custeará as obras e cederá parte do terreno de sua antiga fábrica, ao lado do Sambódromo, para a instalação ser ampliada.
No lado par do Sambódromo, serão construídos oito blocos de arquibancadas (com quatro módulos grandes de arquibancadas e camarotes e outros quatro pequenos para camarotes) frisas, incluindo áreas para a instalação de banheiros públicos, acessos para portadores de deficiências, postos médicos, sala de segurança, áreas de serviço e um espaço destinado para os jurados.
Em compensação pelo investimento realizado, a multinacional receberá por privilégio o poder de erguer três torres de até 11 andares, além de uma edificação com no máximo 80 metros de altura, com estacionamento para dois mil veículos. E somente a chaminé da antiga fábrica, desativada desde 1998, permanecerá de pé, como um símbolo.
Ao término da reforma, o Sambódromo ficará com a configuração original projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e sua capacidade será ampliada de 60 mil para 77.800 pessoas.
– Os Jogos permitem que sonhos antigos do Rio sejam realizados. E o Sambódromo ficar com sua configuração original será mais um – destacou o prefeito.


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