
Após as buscas na casa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Instituto Lula, caberá ao juiz Sérgio Moro avaliar se os materiais recolhidos ontem pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal confirmam o envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no esquema de corrupção da Petrobras. O juiz não tem um prazo para apresentar a conclusão das investigações, mas caso entenda que existam provas suficientes para demonstrar a participação do ex-presidente, Moro poderá pedir a prisão de ex-presidente.
Lula é suspeito de ter se beneficiado com R$ 1,292 milhão da OAS para fazer transporte e guardar itens retirados do Palácio do Planalto. R$ Outro 1,7 milhão teria saído do instituto e da LILS para empresas que têm como sócios os filhos do petista Fábio Luis, Marcos Cláudio e Sandro Luis e a nora dele, Marlene Araújo. Há ainda a reforma do sítio e do triplex no Guarujá paga pela OAS e por José Carlos Bumlai. “Não há nenhuma conclusão no momento, mas os indicativos eram suficientes”, afirmou o procurador Carlos Fernandes Santos Lima, que defendeu o aprofundamento das investigações. Segundo o MPF, “há evidências de que Lula recebeu valores oriundos do esquema da Petrobras”.
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